::Nome: Anaid Faire
::Nome Fadal: Gossamer Moonglitter
::Idade: 24 anos
::Aniversário: 4 de Outubro
::Signo: Libra
::Elemento: Ar
::Cidade: São Paulo - SP
































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Esse presentinho lindo de páscoa eu ganhei de minha amiguinha Sandy e tá fofíssimo!!!!

Introdução do Calendário Anual das Fadas Flores!!!

A função das fadas é absorver PRANA, ou a vitalidade do sol e distribuí-la no plano físico. Assim, as fadas das flores proporcionam um vínculo vital entre a energia do sol e os minerais do solo.

Certas fadas são responsáveis pela estrutura e cor das flores; outras atuam debaixo da terra em torno das raízes; e outras mais, a nível molecular, possuem relação com o crescimento da célula.

As fadas possuem um corpo feérico que compreende os mais diferentes estados da matéria física. Quando as fadas são visíveis, os são, a nível ETÉREO (um estado mais sutil do que o gasosos), e quando são invisíveis, estão em nível ASTRAL (um estado mais puro do que o etéreo). A maneira como são formadas é tão sensível e fluídica que podem ser moldadas por coisas tão tênues como o pensamento e o sentimento.

Assim, pois, a aparência dos seres feéricos refletirá com freqüência as idéias pré-concebidas que tenhamos deles. Por isso, é normal que suas formas sejam numerosas e variadas. São as energias que fluem no corpo das fadas que contribuem para criar uma cabeleira ondulante e umas asas abertas de matizes brilhantes.

Se a vida, em sua essência é mágica, pontuada de instantes de iluminação, é tudo graças as obras das fadas. Elas são as guardiãs de nossa "Lenda Pessoal" e dos nossos desejos. Não devemos invocá-las em vão, pois elas sempre respondem. E também, devemos estar muito atentos aos nossos desejos, pois as fadas não estão ao serviço da ambição, do poder ou de riqueza material. As fadas só nos ajudarão na única meta que importa na vida: chegar a sermos nós mesmos.

Um grupo de fadas foram agrupadas em uniões simbólicas com as diferentes flores das estações anuais pela artista e estudiosa Cicely Mary Braker (1895-1973). Assim, a cada tipo de flor e em cada mês do ano, corresponde uma fada guardiã.

No próximo post irei colocar os meses das fadas flores até abril até a próxima!!!

Fonte de pesquisa: Rosane Volpatto.



- Postado por: Anaid Faire às 18h38
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Essas lembrancinhas de páscoa ganhei da minha amiga Kátia, muito obrigado amiga tá lindo!!!!

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Ganhei esse presentinho lindo de páscoa dos meus amiguinhos do coisinhas de gêmeos obrigado!!!!

Continuação do post a origem das fadas!!!

O povo encantado o desaconselhou, porque sabiam, que sendo ele um antigo habitante do tempo mortal linear, ele correria o risco de se perder ali para sempre. Apesar disso, ele resolveu voltar.

Deram-lhe um belo cavalo branco e disseram-lhe para que nunca o desmontasse. Se o fizesse, estaria perdido. Ele montou e seguiu até a Irlanda, mas chegando lá soube que os Fianna já tinham desaparecido. Ele consolou-se visitando as antigas áreas de caça e os locais onde junto com seus companheiros, haviam banqueteado, cantado, narrado velhas histórias e realizado grandes festas de bravura. Neste ínterim, o cristianismo já tinha chegado a Irlanda.

Enquanto passeava, rememorando seu passado, avistou um grupo de homens que não conseguiam erguer uma grande pedra para construir uma igreja. Sendo um guerreiro, ele possuía uma força extraordinária e, então, desejou ajudá-los, mas não se atrevia a desmontar do cavalo. Ele observou-os de longe e depois se aproximou. Não conseguia mais resistir. Tirou o pé do estribo e enfiou-o por debaixo da pedra, a fim de erguê-la, mas assim que o fez, a cilha rompeu-se, a sela virou, e Oisín chocou-se com o solo. No exato momento em que tocou a terra da Irlanda, tornou-se um velho débil e enrugado.

Esta é uma excelente história para mostrar a coexistência dos dois níveis do tempo. Se se ultrapassasse o limiar que as fadas observaram entre estes dois níveis de tempo, terminava-se enredado no tempo mortal linear. O destino do homem neste tempo é a morte. Já no tempo eterno é a presença ininterrupta.

Todos os contos de fadas celtas sugerem uma região da alma que é habitada pelo eterno. Existe uma região eterna em nosso íntimo, onde não estamos sujeitos às devastações do tempo atual.

Tudo o que vivemos, experimentamos ou herdamos, fica armazenado no templo de nossa memória. Sempre que nos aprouver, podemos regressar  e passear pelas salas desse templo para despertar e reintegrar tudo que já nos aconteceu. Será esta reflexão que irá conferir profundidade a todas as nossas experiências.

Hoje, início do terceiro milênio, com um mundo globalizado, com nações mais preocupadas em garantir seu poderio político-econômico, muito pouca atenção se dá a este tipo de memória.

Quero deixar bem claro, que a verdadeira experiência fantástica difere dessa visão genérica do imaginário das fadas composta por uma literatura sentimentalista com eternos finais felizes. Esse mundo do "Era uma vez..." que todos conhecemos, não é verdadeiro mundo das fadas. As fadas reais representam o "Poder", um poder incompreensível para os humanos, pois elas são criaturas com valores e ética muito distantes do gênero humano: não pensam e, o que lhe é mais singular, não sentem como os humanos. Essa é a essência que as separa dos mortais e a origem da grande parte da inquietude que causam, porque as fadas são em si criaturas da matéria prima da vida.

O reino das fadas é um mundo de misterioso encanto, de cativadora beleza, de malícia, de humor, júbilo e inspiração, de terror, de riso, amor e tragédia. Todavia, é um mundo para ser penetrado com extrema cautela!

No próximo post irei colocar sobre: INTRODUÇÃO DO CALENDÁRIO ANUAL DAS FADAS FLORES até a próxima!!!!!!

Fonte de pesquisa: Rosane Volpatto.



- Postado por: Anaid Faire às 15h57
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Estou muito feliz por estar em destaque no blog de minha amiga Gui, ela é muito especial pra mim, gosto muito dela e foi uma surpresa muito boa ser destaque no blog Fairy dreams, bjs amiga te desejo tudo de bom!!!!!

Continuação do Post Anterior

Sobre a Origem das Fadas!!!

A "Meia natalina" que todos nós, mesmo aqui no Hemisfério Sul, penduramos nas portas ou lareiras, não é só um lugar para depósito de presentes, mas tem o poder de invocar Befana, que tal como Frau Holda e Berchta visita as casas no período do Natal, recompensando todo aquele menino ou menina que foi bem comportado durante todo aquele ano.

Conforme a tradição mítica, Befana chega voando em uma vassoura, intensificando sua associação com as plantas e os animais, que antigamente eram considerados sagrados e muito utilizados como tótens.

 Befana voa do Reino das Fadas, para trazer presentes e alegria ao mundo dos homens.

O certo é que todas as culturas e todos os povos primitivos adoravam os velhos espíritos da natureza, suscitados pelo animismo (crença religiosa que considera todo o ver vivo e todo o objeto possui um espírito ou força interior), que mais tarde deram nascimento, entre os babilônios e gregos, à deidades terrestres e aquáticas, com toda uma sofisticada genealogia de Deuses. Muitas foram as teorias que se formaram sobre a possível etimologia das fadas, fazendo-as descender de antigas divindades celtas (Deusa Danann) ou de Dianas romanas.

Na realidade, no entanto, tanto sua origem como suas possíveis etimologias, se perdem na noite dos tempos ao se tratar de seres que iam se adaptando às circunstâncias das épocas, pois nem sempre se chamaram fadas, nem ninfas, nem lamias, nem elfos..., porém eles permanecem no meio de nós, com diversas aparências e revestidos de numerosos nomes.

Já dizia o inglês William Shakespeare, que há mais coisas nesta terra do que alcança a nossa precária percepção. Carl Jung complementa, ao afirmar que existe e sempre existiu, um realismo mágico contraposto a todo o mundo real.

É justamente através da dualidade destes opostos, é que se estabelece uma função reguladora. Se o ser humano não oscilar entre estas oposições, o espírito morrerá.

Entre o real e o mágico existe uma espécie de fluidez intemporal que se rege pelo inconsciente coletivo. O realismo mágico descrito por Jung, é regido por uma fonte que nos é mundo familiar e transcende a um mundo de contrastes entre os opostos. Isto é, toda a magia se nutre dos conteúdos do consciente coletivo, da nossa "memória ancestral". É através desta memória que ocorre a inversão do tempo.

A tradição celta possuía uma percepção admirável da maneira como o tempo eterno está entrelaçado com o nosso tempo humano. Existe uma história de Oisín, que era um dos Fianna, um grupo de guerreiros celtas, que sentiu uma grande vontade de aventurar-se a chamada Tír na n-óg, a Terra da Eterna Juventude, onde vivia o povo encantado.

Chegando ao seu destino, durante muito tempo viveu feliz com sua mulher Niamh Cinn Oir, conhecida como Niamh dos cabelos dourados. O tempo pareceu voar, por ser um tempo de grande felicidade. Mas um dia, a saudade de sua vida antiga passou a atormentá-lo. Tinha agora, curiosidade de saber como estavam os Fianna e o que estaria ocorrendo na Irlanda.

No próximo post continuarei colocando sobre a origem das fadas até a próxima!!!!!!

Fonte de Pesquisa: Rosane Volpatto.



- Postado por: Anaid Faire às 12h49
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Origem das Fadas

Popularmente, se crê que as fadas e o resto do Povo Pequeno remontam dos tempos mais antigos da Terra, quando ainda estavam em formação os montes e os oceanos e não havia ainda surgido o primeiro "homo sapiens". Viviam em um lugar determinado do planeta, mas não tardaram a se estenderem por regiões mais longínquas, ao mesmo tempo que se iam formando as montanhas, os mares e os rios, e aparecia o homem primitivo.

Para explicar sua remota origem, existem uma série de lendas, onde quase todas possuem uma fonte comum: a "caída" de anjos.

Na Irlanda, existiu a crença de que as fadas seriam anjos caídos, que foram expulsos do céu pelo Senhor Deus, em virtude de seu orgulho pecaminoso. Alguns caíram no mar, outros em terra firme e os que sobraram no mais profundo do inferno. Esses últimos, receberam do diabo o conhecimento, poder e os envia para a terra, onde trabalham para o mal. Entretanto, as fadas da terra e do mar seriam em sua maioria seres belos e bondosos, que não causam nenhum dano, se as deixarem em paz e lhe permitirem dançar em seus anéis feéricos a luz da lua com sua doce música, sem ser molestadas com a presença dos mortais.

Há uma outra versão irlandesa que conta que na época do Paraíso Terrestre, Eva estava lavando seus filhos nas margens de um rio, quando Yahvé veio lhe falar. Assustada escondeu os filhos que ainda não havia lavado, e Yahvé lhe perguntou se estavam ali todos os seus filhos, e ela respondeu que sim. Como não se convenceu da resposta, advertiu a Eva que aqueles que ela havia ocultado permaneceriam ocultos do homem também. Essas crianças se converteram em elfos e fadas, e nos países escandinavos são denominados raça "huldre". As jovens huldre são muito belas, mas apresentam rabos de vacas unidos aos seus corpos.

Os escandinavos contam ainda, em uma versão mitológica, que foram os vermes que surgiram do corpo em decomposição do gigante Ymir, que se converteram em: elfos claros, elfinas e elfos escuros. O verme é símbolo de vida que nasce da podridão. É ainda, símbolo da transição da terra para luz, da morte para a vida, do estado larvar para o vôo espiritual.

Em um período pré-cristão, existiu também, a crença que que as fadas seriam os espíritos dos mortos. Já na era cristã, se afirmava que as fadas eram anjos caídos ou então almas pagãs que não estavam aptas para subir aos céus, nem descer ao inferno. Por isso, ficaram destinadas a passar toda a eternidade nas escuras regiões de um "reino intermediário", a nossa Terra. Acreditava-se ainda em Cornualles, uma região inglesa, que as almas das crianças mortas sem batismo, tornavam-se "PISKIES" (duendes) e apareciam no crepúsculo na forma de pequenas mariposas noturnas brancas. Os duendes "KNOCKER", das minas de estanho também eram considerados almas de mortos, mas nesse caso, eram os judeus que haviam sido transportados para lá por sua participação na Crucificação.

Todo o norte da Europa possui um rico conhecimento sobre as fadas, assim como as Ilhas Britânicas e de igual maneira, não são ignoradas na Alemanha, já que ali são conhecidas pelo nome de Norns, fiandeiras ao estilo das Parcas gregas.

Na França encontramos a Dame Abonde, uma fada, cujo o próprio nome já invoca a abundância. Na Itália é venerada como Abundita, uma Deusa da Agricultura. Em terra romana ainda, é muito conhecida a figura mítica da fada Befana, cuja função é estabelecer uma ligação das famílias atuais com seus antepassados, com uma troca de presentes. Ocupa, portanto a função de uma educadora-pedagoga que recompensa ou pune as crianças na época natalina.

Befana é a Grande Avó que preside várias fases de desenvolvimento das crianças.

No próximo post ainda irei colocar a continuação do post sobre a origem das fadas, até a próxima!!!!

Fonte de pesquisa Rosane Volpatto!!!!

 



- Postado por: Anaid Faire às 12h15
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